O mito da telinha ou paradoxo do fascínio da educação mediada pelo computador, Graziela Giusi Pachames
O texto de Graziela enfoca o uso das inúmeras possibilidades de inovações tecnológicas que poderá ser utilizadas pela educação.
Os meios de comunicação como o vídeo e a televisão, surgirão como ferramentas que poderiam ser útil a aprendizagem saindo do tradicional como lápis e papel e verbalização do professor para uma educação mais abrangente, pois despertam todos os sentidos de uma pessoa (lógica racional) sensório-emocional.
Segundo Moran (1994, p.44), a imagem mostra a palavra, explica a musica, sensibiliza o ritmo.
Então esses recursos são caminhos que permite trabalhar com o imaginário, com as emoções, portanto viajar no mundo da telinha.
Mas não devemos esquecer que o professor ainda deverá desempenhar um papel fundamental e significante no processo de ensino aprendizagem, que é de facilitar todas as informações absorvidas e trabalhar com essas tecnologias, tendo como objetivos a compreensão do mundo, levando o aluno a refletir sobre as informações apresentadas.
Sabe-se que o computador por si só pode ter tanto uma contribuição positiva quanto negativa para o processo de ensino e aprendizagem, isso vai depender da maneira como for utilizado.
Segundo Hasse(1999, p.124), não se conhece ao certo o impacto dessas novas ferramentas nas crianças, mas “pais” e muitos profissionais da educação vivem a ilusão de que as inovações tecnológicas e especialmente o computador, são salvadoras do atual sistemas de ensino.
Diante de tudo isso, pode-se afirmar que com o computador os alunos podem dividir suas produções com a classe com a escola e com o mundo, fazendo delas um aliado para o conhecimento
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